"Ainda lhes propôs uma parábola, dizendo: Vede a figueira e todas as árvores. Quando começam a brotar, vendo-o, sabeis, por vós mesmos, que o verão está próximo. Assim também, quando virdes acontecerem estas coisas, sabei que está próximo o reino de Deus" (Lucas 21:29-31)
Todas as incoerentes ações do ser humano têm explicação. Não são perceptíveis à primeira vista, mas têm uma razão de ser. O descontrole de uma natureza enlouquecida, as ações perversas do próprio ser humano, as guerras desgovernadas e sem sentido, a fome e tantas loucuras são aparentemente, o que está à superfície do cenário dos acontecimentos. Mas, atrás da cortina dos fatos, algo se aproxima. Inexorável, silencioso, com passos firmes. O simples espectador o desconhece; entretanto, um livro o registrou há muitos séculos.
Jesus disse: "Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas" (Mateus 24: 32, 33)
O que "está próximo"?
- O toque da trombeta, pelo sétimo anjo.
Aproxima-se o supremo momento. A hora crucial em que o amor e a dor se abraçarão. O instante do maior sacrifício, da infinita entrega. O Rei dos reis e Senhor dos senhores, Criador do universo e dono absoluto dos céus e da Terra, descerá aos níveis mais profundos da humilhação. Será crucificado como um pária em uma cruz reservada para os piores delinquentes. Pagará, assim, o preço da redenção humana. E o pagará com Seu sangue. Resgatará o homem do poder da morte, trazendo-o à dimensão da vida.
A contagem regressiva da misericórdia já começou.
Só existem dois caminhos para o ser humano. A decisão, é sua.