Por um momento, a lágrima quase escorria pelo rosto. Olhando meu álbum de fotos, lembrando bons repentes. Fotografia é o testemunho da nossa existência, o registro dos nossos momentos. A memória pulsou ao meu coração, como poucas vezes havia pulsado. Me sinto um pouco sensível hoje, sensível nos sentimentos. Acordei e me deparei com uma manhã fria, um dia meio que azul. Ah, minha memória congénita! Que não jaz! Não jaz as dores, as ditas lágrimas, os suspiros e não jaz, principalmente, a perseverança. Às vezes é bom sentir-se assim. Hoje estou como um magma, mais ou menos fluida. Certas dores causadas por algumas insignificantes vespilheiras. Esqueci, tenho que voltar às fotos.
Bom, as fotos.
Passado. Fotos e ponto.