Quando coloco meus joelhos no chão e agradeço a Deus pelo livramento contínuo que Ele me dá e por todos os ensinamentos do dia, percebo que viver para Cristo é um processo de aprendizagem diária, onde você perde para ganhar, onde você renuncia em prol da santidade, onde você é muitas vezes, mal visto e mal interpretado, isso, pelos olhos carnais.
Em meio a esse inorexável descontrole interior e exterior do homem, nem é mais preciso dizer que a corrida pela misericórdia já chegou. Mas, todas as incoerentes ações do ser humano têm explicação; não são perceptíveis à primeira vista, mas têm uma razão de ser.
As guerras desgovernadas e sem sentido, a fome, a traição para com quem deu a vida por você, a apostasia e tantas loucuras são aparentemente, o que está à superfície do cenário dos acontecimentos. Mas, atrás da cortina dos fatos, algo se aproxima. Inexorável, silencioso, com passos firmes. O simples espectador o desconhece; entretanto, um livro o registrou há muitos séculos.
Jesus disse:
“Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas” (Mateus 24: 32, 33)
Aproximar-se-á o supremo momento, a hora crucial em que o amor e a dor se abraçarão. O instante do maior sacrifício, da infinita entrega. O Rei dos reis e Senhor dos senhores, Criador do universo e dono absoluto dos céus e da Terra, descerá aos níveis mais profundos da humilhação. Será crucificado como um pária em uma cruz reservada para os piores delinqüentes. Pagará, assim, o preço da redenção humana. E o pagará com Seu sangue. Resgatará o homem do poder da morte, trazendo-o à dimensão da vida.
Ratificando: A corrida pela misericórdia, já começou!