Hoje eu lembrei de uma aula de Psicologia Jurídica... O Professor pediu para que desenhássemos uma árvore, para uma superveniente análise. Pois então, a minha ficou meio que parecendo um Baobá. Mas as minhas sementes não eram tão terríveis quanto as do Pequeno Príncipe de Saint-Exupéry.
"C'étaient les graines de baobabs. le sol de la planète en était infesté. Or un baobab, si l'on si prend trop tard, on ne peut jamais plus s'en débarasser." (Capítulo V). Parafraseando a tradução, o solo do meu planeta estava realmente enfestado. E um baobá, se a gente custa a descobri-lo, nunca mais se livra dele. Aonde eu quero chegar? Então, citara o meu professor, em sua análise, o solo representado pelas sementes caídas ao chão, está carregado. Onusto de coisas que morreram, mas que ainda se faziam presentes. Certamente, precisavam ser varridos dali.
Mas, "é preciso exigir de cada um o que cada um pode dar." (Capítulo X). Eu ainda preciso do meu tempo. O meu coração ainda precisa desse tempo, ou ao menos, acostumar, ao passar do tempo.
"Voici mon secret. Il est très simple: on ne voit bien qu'avec le cœur. L'essentiel est invisible pour les yeux." Quem sabe: "Eis o meu segredo. Ele é muito simples: somente vemos bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos" (Capítulo XXI). O essencial realmente não é só ver o bem com o coração, mas sim, ver bem com a alma e com o espírito.
Em alusão com a realidade que vivo, com uma referência vaga e indireta, digo que realmente somos responsáveis por aquilo que cativamos.
Referências: The Little Prince (French: Le Petit Prince), published in 1943, is French aviator Antoine de Saint-Exupéry's. (Versão Frencesa).