Eu preciso sempre transmitir alegria, bem-estar, ventura. É uma necessidade minha, necessidade do meu ser. Se eu pudesse mudar, mudaria tanta coisa. Pensar que engana, é fácil; prefiro ainda engolir sapos (sapos-boi, que digo); ter muitas vezes estômago de avestruz. É um encher de barriga meio que forçado, mas a digestão se torna proveitosa. Proveitosa de saberes, proveitosa de maturidades, proveitosa em vista do que é malévolo, ou melhor, de quem é malevolente.
Eita, vida! Quando penso que ainda não sei de nada dessa vida. Quando penso que não vivi nada em vista de uma vida. Suspiro. Suspiro profundamente.